Escola Nômade de Estudos Indígenas
Dezessete aulas com Txaná Tuin: os rezos traduzidos palavra por palavra, os kenes, os clãs, e as histórias de origem da ayahuasca e do rapé.
Txaná Tuin Huni Kuin — liderança indígena da aldeia Chico Curumim, Acre, floresta amazônica brasileira. Filho de Ibã Sales Huni Kuin, que teve papel importante no registro destes saberes ancestrais. Artista do MAHKU, o Movimento dos Artistas Huni Kuin.
Os kenes e os clãs Inu e Dua. Aberta, sem senha.
“Kene é uma geometria muito ancestral, que significa tradição viva, porque o kene significa a origem do povo nativo.”
Não são palestras. É um estudo palavra por palavra. Txaná Tuin canta o rezo, a turma copia a letra, e então descem verso a verso — ele traduzindo e explicando o sentido, que muitas vezes não é o literal.
Entre os cantos, as aulas de história: a origem da ayahuasca, a origem do rapé. E as de cultura material: o cocar, os kenes, os dois clãs.
Todas as aulas têm legenda em português e castelhano. O Txaná Tuin fala em português; Paloma traduz ao castelhano ao longo das aulas.
Clique numa aula para assistir. As fechadas abrem com a senha.
Clique num rezo para ver a letra e o significado de cada palavra.
Kayatibu, em Barcelona. Txaná Tuin é o primeiro, no tambor.
R$ 300 — pagamento único, acesso permanente
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